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Antes de 1923, por mais de vinte anos, Edgar Cayce realizou
leituras físicas, sem que quaisquer menções ou comentários fossem
feitos sobre os temas da astrologia, filosofia ou metafísica.
Então, certo dia, em Dayton, Ohio, Arthur Lammers,
interessado no trabalho de Cayce, e já tendo devotado estudos
consideráveis à filosofia e às religiões comparadas, sugeriu que
perguntas não-rotineiras fossem feitas a Cayce quando em transe. As
respostas assim obtidas provaram ser uma grande surpresa para a
família Cayce, e serviram de base para um novo tipo de discurso de
clarividência — a leitura de vida.
A história detalhada desse processo é relatada na obra biográfica There is a River,
de Thomas Sugrue. É necessário lembrar que durante toda a sua vida Cayce foi um
cristão devotado e professor na escola dominical de sua cidade. Não
possuía nenhum background em astrologia ou filosofia religiosa,
além de suas convicções bíblicas fundamentais.
Conseqüentemente, os comentários que se manifestaram
através das leituras de vida sobre assuntos como ciclos planetários,
registros akashicos e encarnações passadas eram
decididamente estranhos à maneira de pensar de Cayce quando em
vigília. Não obstante, as leituras de vida prosseguiram a partir de 1923
e compreendem a maior parte do material nos arquivos do
clarividente.
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