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Os ciganos tomaram conhecimento do baralho Egípcio em sua passagem
por aquele país. Dali disseminaram seu uso na Pérsia, depois no Egito e,
finalmente, na Europa, onde as primeiras referências a essas cartas começam
a surgir a partir de meados do Século XV.
Do baralho do Tarô Egípcio derivaram todos os outros tipos de baralho, os
de cinqüenta e duas, quarenta e oito e trinta e duas cartas. Utilizando um
conhecimento reservado apenas às pessoas iniciadas, em pouco tempo
assimilaram a linguagem das cartas e passaram a interpretá-las, fazendo disso
uma arte e uma forma de comércio.
Alguns segredos ficaram guardados, como variações do Baralho Cigano,
usadas por tribos diferentes, como uma espécie de dialeto próprio, cujo
significado apenas eles conheciam, como é o caso do baralho de trinta e seis
cartas, que não é comum, pois sempre foi utilizado para leituras individuais, isto
é, para quando a cigana desejava saber de alguma coisa das cartas para si
mesma. Essa leitura incluía, também, um pequeno ritual.
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