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É lastimável o desconhecimento das vidas sucessivas por parte da
ciência oficial. Que falta nos faz o confronto com a realidade do
homem-espírito, aquele cuja alma sobrevive ao transe da morte e que
se revela vulnerável aos impositivos das leis responsáveis pelo pro-
gresso humano.
É preciso reescrever urgentemente os tratados de Psicopatologia,
inserindo-se novos capítulos em que constem as várias formas de en-
fermidades e desajustes descritos à luz do conhecimento espírita.
Esses capítulos ficariam subordinados a um tema central, que teria por
título Ciência da Espiritualidade Aplicada. Bastaria, pelo menos, o
conhecimento teórico do assunto. Seria a forma de o profissional da
saúde examinar o indivíduo, levando em conta a sua realidade espiritual.
A tese materialista subsistirá ainda por certo tempo, caminhando,
porém, ao lado da tese espiritualista, democraticamente, de forma que
o lidador da saúde tenha o direito de se decidir conscientemente. Quando
assim ficar estabelecido e, mais amplo for o número de facultativos
partidários das teses espíritas, inúmeras serão as vantagens colhidas
pela ciência médica que, ao contar com o apoio complementar do
Espiritismo, ampliará e muito o seu arsenal diagnóstico e terapêutico,
com inegáveis benefícios para a espécie humana.
Deixemos clara a nossa posição diante do assunto. O trabalho é de
natureza multidisciplinar. A Medicina continuará a cumprir o seu
papel, a se responsabilizar pelas enfermidades passíveis de correção
por meio da utilização dos procedimentos clínicos e cirúrgicos dispo-
níveis, enquanto a ciência da espiritualidade cuidará, nas instituições
espíritas, dos pacientes encaminhados pelos médicos interessados na
investigação dos casos suspeitos, de modo que a Medicina e o seg-
mento científico do Espiritismo cumpram com as atribuições que lhes
são devidas, sem que haja de uma das partes a intenção de invadir a
seara alheia.
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