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A astrologia não é uma ciência; pelo menos não o é certamente no sentido
determinado e preciso que a palavra tem na nossa cultura há cerca de três
séculos. O astrólogo não recolhe dados em condições controladas, não
condiciona a verificação as próprias «leis» obtidas com esses dados, não
constrói pacientemente novas asserções gerais susceptíveis de controlo público.
Os seus princípios gerais não são empíricos, no sentido em que não existe
hipótese de os falsificar. A sua ética profissional não exige a capacidade de
reprodução nem a publicidade de cada simples aplicação experimental, o seu
corpus teórico não cresce numa espécie de competição darwiniana, em que são
muito mais as «verdades» que morrem do que as que sobrevivem; assim, de fato
não cresce, porque a sua estrutura não é cumulativa mas sim «tradicional».
Não existe uma comunidade científica bem definida, depositária de um corpo de
conhecimentos precisos e capaz de avaliar coletivamente, segundo critérios
objetivos, os novos atributos que o enriquecem ou eventualmente põem em
crise; só existem mestres e discípulos autonomeados. A quem se ocupa do
assunto nunca é pois dado saber o que é verdadeiramente o conhecimento
astrológico, e o que são, por outro lado, a divulgação, a aproximação, a
comercialização e a falsificação.
Para qualquer astrólogo, os «não cientistas» são sempre os outros; todos os desmentidos, todas as previsões falsas, todas as encenações grotescas nada têm a ver com a disciplina porque «essa não é a
verdadeira astrologia; pelo contrário, a minha...».
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