segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

A Astrologia: História e Julgamento

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Atacada pela Ciência ao longo de três séculos, negada pela Filosofia,
Psicologia, Medicina, pelo Direito e pelos demais ramos ortodoxos do saber
atual, á astrologia recusa-se a morrer. No início da era espacial, atinge
uma popularidade só comparável à que gozou nos tempos da Velha Roma.

No entanto, outras superstições, rudemente combatidas pela Ciência, afastaram-se da cena e decaíram. A Sociedade da Terra Plana manifesta-se
muito pouco nesses últimos tempos; seu apelo é limitado. Algumas bruxas
ainda sobrevivem, beneficiando-se de uma propaganda desproporcional ao
seu número ou à sua importância. Por que, então, a astrologia se faz cada
vez mais presente?

Trata-se de um apelo puramente inconsciente — como Freud gostaria
de definir? Ou deve ser atribuído à eterna imunidade do homem à razão e a
sua correspondente e igualmente eterna paixão pelo mistério? Ou será
possível — como pensava Jung — que exista alguma coisa por trás de tudo
isto?

Muitas pessoas educadas ignoram este fato. Como podem planetas
distantes afetar nossa vida e temperamento? Não é um fato indiscutível da
ciência biológica o de que os traços físicos e mentais são transmitidos por hereditariedade? E assim por diante... Mas que provas existem, realmente, contra as especulações da
astrologia? Como os astrólogos respondem, ou tentam responder, a essas
objeções? Há alguma evidência legítima a favor da astrologia?

.. há alguma evidência no sentido da influência que as estrelas supernovas exercem sobre
manifestações epidêmicas, não sendo impossível que sejam responsáveis por outras influências,
mais decisivas, sobre a própria evolução. Há pelo menos um sentido em que podemos afirmar que nossa vida é influenciada pelos astros, embora já nos tenhamos libertado da superstição da astrologia. (Os grifos são nossos.)

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