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Em se tratando de Astrologia, generalizações são comuns. Apesar
da possibilidade de se categorizar diferentes épocas para o saber
astrológico, dentro dessas temos autores com técnicas e
interpretações peculiares.
Vislumbrando esses autores, a conclusão
mais comum é a de se perceber neles uma lógica que está presente
em qualquer autor de Astrologia, perigosamente atemporal. A
observância dessa lógica pode programar a mente do estudante
para não perceber as diferentes nuances de cada autor como casos
particulares. Também força conclusões distorcidas: Pode-se
concluir que um autor estava falando a mesma coisa que outro,
quando na verdade eles estavam se referindo a coisas diferentes.
Pode-se até considerar que há um princípio imutável implícito no
saber Astrológico, mas tal raciocínio pode encobrir um grave
anacronismo histórico, no qual projetamos nosso pensamento e
anseios para épocas cujos pensadores não resolviam os memos
problemas da forma que nós, estudantes de Astrologia do Ocidente
Pós-Moderno. Evitando entrar por essa senda, opto considerar as
particularidades de cada autor não como princípios universais da
Astrologia, mas como sistemas auto-suficientes. Foi assim que li
Rhetorius.
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